Vítimas do nazismo, três irmãos ucranianos aguardam indenização até hoje
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sábado, 24 de março de 2012
Redação FolhaWeb 
Em 1944 o mundo estava em ebulição. A Segunda Guerra Mundial estava em curso e vários países ainda lutavam para reaver seus territórios, enquanto outros aproveitavam a oportunidade para tentar anexar mais terras e povos. A União Soviética (URSS), criada em 1922 sofria com a invasão da Alemanha nazista, mas a população há muito padecia com o regime de Josef Stalin, que havia criado inúmeros conflitos internos com sua forma ditatorial de governar.
Os campos de concentração de Adolf Hitler, em que estima-se que seis milhões de pessoas tenham sido mortas, é uma das lembranças mais tristes e dramáticas deste período. Quando se fala nesses campos, geralmente se associa ao drama vivido por judeus, homossexuais e deficientes físicos e mentais que foram exterminados nas câmaras de gás. O que muitos não sabem é que prisioneiros de outras nacionalidades também foram levados para campos de concentração de trabalhos forçados. No Paraná, três sobreviventes desses campos ainda esperam por indenização do governo alemão.
Os irmãos ucranianos Nicolay e Valentim Hluchow e Lubov Hluchow Tripac, ''abrasileirado'' para Lurdes, ainda eram crianças quando foram levados com seus pais para um campo na fronteira da Alemanha com a Holanda. Talvez pela pouca idade na época, ou pelo trauma, eles não conseguem mais se recordar do nome do lugar.
Leia mais na reportagem de Érika Gonçalves


