Verticalização das cidades pede escadas mecânicas
Além de Londrina, Maringá e Ponta Grossa enfrentam dificuldades para realizar a manutenção das antigas plataformas mecânicas que, nos dois municípios, também estão sem uso pela impossibilidade de consertar os equipamentos. "Nossa plataforma é obsoleta", afirma o tenente Nivaldo do Rego, responsável pela comunicação social do 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Maringá.
Com expectativa de receber uma das escadas mecânicas que estão sendo licitadas pelo Governo do Estado, ele justifica que a verticalização do município e a construção de grandes indústrias impõem a necessidade de equipar o Corpo de Bombeiros. "Recentemente tivemos um incêndio em um depósito de açúcar na região. Na ocasião, a escada teria ajudado", exemplifica.
O tenente ressalta que equipamentos para realização de combate a incêndios aéreos ou resgate de vítimas em locais altos são pouco usados em virtude do número reduzido de ocorrências, mas não significa que não sejam necessários. "É importante estarmos preparados para o caso de haver situações que exigem o uso", afirma.
Em Ponta Grossa, o tenente Gustavo Fogaça, do 2o. Grupamento, nutre a mesma expectativa de receber uma das escadas que serão compradas. "É muito necessário, porque Ponta Grossa está crescendo e começando a ter prédios mais altos", afirma. Segundo ele, a plataforma disponível que está quebrada é muito antiga e não suporta mais a realidade do município. O oficial destaca, também, que a escada seria especialmente necessária para combater incêndios em locais sem acesso pela parte interna da edificação, além de situações de resgate em altura ou que exijam evacuações rápidas. (C.A.)





