DivulgaçãoBons sonhosNo Brasil já estão sendo comercializados colchões importados com alta tecnologia que proporcionam muito confortoO brasileiro dorme muito mal e nem se dá conta disso. E o que é pior: esse fato não está relacionado ao stress, à queda das bolsas, falta de dinheiro ou qualquer outro tipo de problema financeiro. O mal começa debaixo do próprio corpo, com o colchão inadequado.
Segundo uma propaganda veiculada na mídia pelo Instituto Nacional de Estudos de Repouso (INER), o ‘‘prazo de validade’’ de um colchão é de cinco anos de uso. Mas o brasileiro, segundo pesquisas do próprio instituto, troca seu colchão a cada 11 anos, enquanto nos Estados Unidos a média de troca fica em torno de seis anos.
Para Sidney Gonçalves da Silva, proprietário de uma rede de lojas especializada no ramo e dono de uma fábrica de colchões, o INER foi ‘‘bonzinho’’ com este prazo de validade. ‘‘Na verdade, a vida útil de um colchão de espuma de poliuretano é de três anos’’, afirma.

DivulgaçãoColchões convencionais também podem servir para uma boa noite de sono. Basta saber escolher o tipo e a densidade adequadosSegundo ele, 92% da população brasileira utilizam colchão de espuma, enquanto apenas 4% utilizam colchões de molejo. ‘‘Anatomicamente, o colchão de molejo é o mais indicado para o corpo. Nos Estados Unidos e Europa, 86% da população utilizam este tipo de colchões. Ele é o único que desenha e se adapta ao corpo de cada pessoa’’, diz.
Como escolher A escolha de um colchão adequado depende de alguns critérios. Principalmente em relação a densidade. Os próprios fabricantes fornecem uma tabela de peso e densidade. ‘‘O principal que as pessoas precisam lembrar que quanto maior for o peso, maior deve ser a densidade da espuma. Um colchão para uma pessoa de 100 quilos não é o mesmo para uma de 60 quilos’’, explica Gonçalves. A densidade indica a quantidade de matéria-prima em relação ao volume.
Além disto, é preciso prestar atenção na pressão que o colchão vai receber. Os ortopédicos tem um recuo de cerca de 10% sobre a densidade, enquanto os semi-ortopédicos de 10% a 25%. ‘‘Com o decorrer dos meses de uso, a espuma vai afundar, por melhor que seja a matéria-prima, e perder suas características. Aí não tem jeito’’, diz. Um bom teste para analisar a qualidade da espuma, segundo ele, é fazer pressão forte sobre o colchão e ver quanto tempo ela demora para voltar ao normal. ‘‘Quanto mais rápido voltar, melhor a qualidade da espuma’’, afirma.
Já no caso dos colchões de mola, o que determina a qualidade é o ‘‘recheio’’, as diferentes camadas de diversas matérias-primas que são usadas para dar o conforto. ‘‘Não existe estrutura de molejo ruim, o que existe são péssimos acabamentos. Se colocar a estrutura de mola e uma camada de espuma e já revestir de tecido, vai ter níveis de conforto e durabilidade inferiores. Quanto mais camadas de espumas de várias densidades, latex e matelassê, melhor o colchão’’, afirma Gonçalves.
Mas o ideal, para ele, é que as pessoas, na hora de comprar um colchão, procurem lojas especializadas. ‘‘Nestas, todos os vendedores podem orientar qual o melhor tipo para cada caso. E não leve o produto se ele não tirar todas as dúvidas’’, orienta.
Serviço:
Londrina
Ponto dos Colchões - R. Sergipe, 1081 -fone (043) 323-9593 e 324-5316
Coper Colchões- Av. Duque de Caxias, 3130 - Fone (043) 322-5879
Curitiba:
Colchões Pedroso - R. Trajano Reis, 376 - Fone:(041) 224-9698
Colchões Scheer - Av. República Argentina, 2491 - Fone: (041) 345-6822
Colchões Ronconi - Av. João Gualberto, 1654 - Fone: (041) 252-8945
Maringá :
Paraná Colchões - Av. São Paulo, 323 Fone: (044) 227-2220
Wood Work
Aspen Park Shopping Center - Fone (044) 226-7200

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