SAÚDE - Marialva busca alternativas de atendimento
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sábado, 06 de julho de 2013
Lucio Flávio Cruz<br>Reportagem Local 
O fechamento do Hospital Metropolitano em Marialva (Região Metropolitana de Maringá) obrigou a administração municipal a buscar outras alternativas para o atendimento da população de 32 mil habitantes. A instituição, que funcionava há 50 anos e tinha 36 leitos, deixou de funcionar há pouco mais de uma semana.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Stéfano, 200 autorizações de internações são expedidas por mês na cidade. Deste total, 124 eram realizadas no Metropolitano. As demais, de alta complexidade, são feitas em hospitais de Maringá que possuem convênios com o município. Com o fechamento do hospital, 84 internações acontecem em Sarandi e 40 em Mandaguari.
"Sem o hospital temos enfrentado três grandes dificuldades. Aumentou o tempo de permanência no nosso pronto-atendimento, há um desconforto grande para a família, que muitas vezes não pode ficar ao lado do paciente, e como a demanda cresceu em Sarandi e Mandaguari chegamos a aguardar por três dias um leito vago", garante Stéfano.
Marialva possui três unidades básicas de saúde (UBS), sete postos de Saúde da Família (PSF) e um pronto-atendimento 24 horas, com médico de plantão permanente.
De acordo com o secretário, o município está buscando alternativas para recolocar o hospital em funcionamento ou até mesmo construir um novo. "A prefeitura está disposta a ajudar financeiramente se algum grupo quiser assumir as antigas instalações. Ou até mesmo doar uma área para a construção de um hospital maior. Já que a reclamação da direção do Hospital Metropolitano é que como o hospital tinha poucos leitos era inviável economicamente mantê-lo aberto", relata Stéfano.


