No ramo de ar condicionados há 40 anos, o empresário José Antonio Gardoqui trabalha com vários tipos de aparelhos. Ele adianta que o sistema central é a melhor opção, desde que o ambiente apresente condições. O split de piso também é bastante indicado, já que a manutenção é mais fácil e prática.
‘‘Existem vários tipos de ar condicionado. São diversas gamas para várias utilidades’’, define. Há os modelos com evaporador portátil e condensador instalado fora do ambiente; os modelos sem condensador; o aparelho central; modelos específicos para teto (embutido), sem acabamento; cortinas de ar; e o tradicional aparelho de janela. O aparelho portátil, que não tem o condensador, tem reservatório de água embutido e a opção de mangueira que joga a água fora.
Na hora da compra, o equipamento certamente não apresenta defeitos. Mas é melhor ficar atento ao tipo de aparelho indicado para cada ambiente e, principalmente, à instalação. ‘‘ Hoje não existem equipamentos ruins. Os novos aparelhos são silenciosos, com nível de ruído baixo. O maior problema é a instalação malfeita’’, avisa.
O profissional cita um exemplo que ocorre muitas vezes com sistemas de ar condicionado instalados sobre o forro. No início, o equipamento vai funcionar bem por uns quatro ou cinco meses. Tirando e lavando o filtro regularmente, ainda aguenta por mais um ou dois anos. Mas depois o filtro não vai mais reter sujeira e pode entupir o dreno. ‘‘Daí começa o velho problema de pingar água’’, explica.
Quando o ar condicionado tem problemas com limpeza, há mais consumo de energia e menor rendimento. Por isso, é bom ficar atento. ‘‘O ar condicionado não é um móvel estático. Ele precisa de manutenção’’, observa.
A instalação e o orçamento para um sistema de ar condicionado dependem das condições do ambiente, como tamanho, incidência solar etc. (Jackeline Seglin)

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