Diagnosticada com hipertireoidismo, a professora Edilaine Cardoso, 37, não reagia aos medicamentos, o que a deixou com a saúde totalmente fragilizada. Sem novas alternativas, ela, que já tinha feito terapia de vivências passadas anteriormente, decidiu se submeter à técnica para tentar descobrir por que o organismo não reagia. ''Descobri que, em outra vida, eu tinha feito muito mal a uma pessoa do meu círculo familiar. Ela não me perdoou e morreu me odiando'', conta.
Durante a regressão, ela pediu perdão e foi perdoada. ''Nesta vida, descobri que eu e essa pessoa somos muito próximas. Temos uma ligação de amor que suplantou o ódio que ela carregava'', acredita. Com a experiência, Edilaine conseguiu superar o trauma e, gradativamente, passou a responder ao tratamento médico. ''A doença já tinha afetado coração, fígado e rins. Mas consegui me tratar e hoje estou muito bem, em perfeita saúde e feliz.''

Parto
Uma professora aposentada de 68 anos, que não quis se identificar, não precisou regredir a tempos indefinidos para resolver um problema que a acompanhava desde a infância. Filha caçula, ela nutria um excesso de preocupação pela mãe que chegava a ser sufocante.
Incomodada com a situação, a aposentada procurou uma terapia convencional e, com o desenrolar das sessões, sentiu-se pronta para a regressão. Durante o processo, ela voltou até o dia do próprio nascimento. Prematura, a senhora lembrou-se de ter ficado por 15 dias em uma incubadora. ''Eu vi as paredes do berço e, naquele momento, senti muita falta da minha mãe'', relata.
Logo depois, conseguiu perceber a mãe a observando pelo vidro da incubadora. ''Foi naquele momento que entendi que aquela separação entre nós não existia mais'', revelou. O que se seguiu foi uma relação entre mãe e filha descrita como ''maravilhosa'' pela professora. ''Continuamos nos amando muito, mas sem aquela superproteção. Nossa relação, que era sufocante, tornou-se harmoniosa.'' (C.A.)

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