Prefeitos e população avaliam administrações
A Folha ouviu prefeitos, secretários, presidentes de entidades e líderes comunitários de Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Cascavel e Campo Mourão para uma avaliação dos primeiros seis meses das administrações municipais. Nas reportagens a seguir estão enfocadas as principais dificuldades enfrentadas e soluções apresentadas pelos prefeitos nos assuntos relacionados diretamente às cidades. O prazo de seis meses foi suficiente para as administrações tomarem conhecimento da situação financeira das prefeituras, planejarem soluções para os problemas e elaborarem projetos. O prefeito reeleito de Curitiba, Cassio Taniguchi (PFL), assumiu o cargo prometendo
transformar Curitiba na capital social do País. Ele disse que iria dar prioridades a ações de infra-estrutura nos locais mais pobres da cidade e garantiu ter recursos para iniciar estas obras. No entanto, fatou verbas. Em Londrina, o prefeito Nedson Micheteti (PT), além de assumir uma dívida de R$ 530 milhões a curto prazo, ter que remediar nas questões políticas e lutar contra a falta de maioria na Câmara Municipal, ainda teve que lidar com assuntos espinhosos já nos primeiros meses de seu governo. A abertura de frentes de trabalho foi a medida de maior repercussão popular adotada pelo prefeito de Foz do Iguaçu, Sâmis da Silva (PMDB), no primeiro semestre de sua administração.





