José Antonio Karam, diretor da área de educação superior do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe-PR), argumenta que haveria maior disseminação de instituições privadas, especialmente em municípios pequenos, se as regras nacionais para autorização e funcionamento de cursos não fossem tão rígidas.

"Vínhamos com um crescimento (de faculdades particulares), em todas as regiões brasileiras, mas as exigências do MEC nos últimos oito anos dificultaram", diz Karam.

O diretor cita algumas regras que considera equivocadas. "O MEC usa o mesmo critério para avaliar faculdades isoladas, centros universitários e universidades. Além disso, a exigência de (um número mínimo de) doutores e mestres é exagerada. Por exemplo, em um curso de tecnólogo, pode valer mais um professor com experiência prática na área do que alguém com uma carreira voltada para a vida acadêmica", explica Karam. (F.G.)

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