Para não carregar nas tintas
PUBLICAÇÃO
domingo, 17 de agosto de 1997
Especial para Casa & Cia 
Escolher a cor ideal não é tarefa fácil. O desenvolvimento da indústria das tintas possibilitou uma gama de variações de tonalidades que vão do branco ao preto passando por todo o espectro do arco-íris. As cores neutras criam uma atmosfera relaxante e tranquila ampliando o espaço. Além dos tons derivados do preto, existem os neutros naturais como os beges, areias, palhas, cremes e marfins. Esses tons combinam com o branco, azul, rosa, violeta, castor, terra, preto e bordô. Sborgi desaconselha o uso do branco nas paredes. O branco puro deve ser reservado para arcos, sancas e teto. A opção pode ser trabalhar com o branco sujo, ligeiramente bege, rosado ou amarelado.
Se a escolha de cor da parede for os tons fortes, os detalhes e acessórios devem ser em cores naturais e neutras para estabelecer o equilíbrio. No caso do uso do vermelho escuro ou terra avermelhado, o conselho é suavizar com beges ou palha. O vermelho pode se tornar opressivo e claustrofóbico se usado em ambientes pequenos. Também é estimulante e teatral que, ao ser usado em ambiente pequeno, se torna aconchegante, observa.
Como tirar proveito dos efeitos das cores:
Verde - é a cor do equilíbrio. Além do uso das folhagens, o verde pode estar presente em detalhes como quadros e tapetes.
Amarelo - vibrante e alegre, esta cor lembra o sol, a primavera e os girassóis de Van Gogh.
Vermelho - vitalidade, luxo e opulência. O vermelho incita o apetite alimentar e sexual
Salmão - chique e romântico
Bordô e ameixa - cores intimistas, ideais para hall de entrada
Lilás - Sofisticado para ambientes sociais. Perigosos para quartos e corredores.
(Danielle Brito)


