Na internet, é possível encontrar material religioso com dicas e orientações para homossexuais em conflito com a própria condição e que desejam mudar de identidade sexual. Nos Estados Unidos, a Apple inclusive aprovou para iPhone e iPad um aplicativo desenvolvido pela organização Exodus, que divulgava cursos e terapias para homossexuais interessados em deixar de sê-lo. Por pressão de ativistas, o aplicativo foi retirado do mercado.
Em Londrina, conforme Adilton Silva, presidente do Conselho de Pastores de Londrina e Região Metropolitana, a postura das igrejas evangélicas seria a mesma da Bíblia, ou seja, ''segundo o que o Apostolo Paulo escreveu em Romanos capitulo 1, esta prática é depravação moral''.
Silva enfatiza, ainda, que os problemas com a sexualidade não são encarados como doença, mas sim, como pecado. ''Uma pessoa é homossexual por preferência aprendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Repito, é pecado, por isso, a exemplo de outras práticas, deve ser confessada e abandonada.''
Questionado se os homossexuais são aceitos pela igreja mesmo quando decidem manter a orientação sexual pela homossexualidade ele responde: ''Muitas pessoas, diante dos seus desafios pessoais, nas mais diversas áreas de suas vidas, se posicionam imediatamente e abandonam suas práticas contrárias à Bíblia. Outras precisam de maior tempo. Dessa forma, temos todos os níveis de maturidade dentro da igreja.'' (C.A.)

mockup