Os gargalos nas páginas da FOLHA
Várias reportagens da FOLHA nos últimos meses abordaram a infraestrutura administrada pelo Governo do Paraná. Em abril, o jornal informou que a Justiça vetou acordos entre o DER e a concessionária Econorte que não sejam publicados no Diário Oficial do Estado. Deputados estaduais haviam divulgado que o departamento autorizou reajustes nos pedágios da BR-369 como contrapartida por obras pontuais, como a construção da passarela em frente ao Parque Ney Braga, em Londrina.
Em outra manchete relacionada ao transporte rodoviário, a FOLHA informou, em dezembro do ano passado, que o Paraná era apenas o oitavo colocado entre os 10 Estados de maior PIB do Brasil em índice de duplicação de rodovias pavimentadas menos de 5%, considerando estradas federais, estaduais, municipais e concedidas.
O fornecimento de energia elétrica à população paranaense também recebeu atenção do jornal. No início de julho, a FOLHA noticiou o pedido da Copel de 24,8% de aumento da tarifa de energia, enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apenas algumas semanas depois da estatal recuar de uma solicitação de 35% de reajuste, após grande repercussão negativa. Em fevereiro, o periódico apontou que o consumo de energia no Paraná deve crescer 4,5% este ano, enquanto em outros Estados a variação deve ficar em 3,8%. A alta acima do patamar nacional, tendência desde 2012, seria resultado do crescimento do agronegócio e da agroindústria paranaenses.
Em março, a FOLHA destacou em manchete que o lucro líquido da Sanepar cresceu 20% no ano passado, após ampliação do número de clientes e aumento da tarifa pelo quarto ano seguido. Apesar desse resultado, a estatal de água e esgoto enfrenta dificuldades para garantir o abastecimento à população atendida: três meses antes, o jornal mostrou que 13 dos 74 municípios abrangidos pela Sanepar no Norte e no Norte Pioneiro sofriam com racionamento de água. Em Arapongas, a defasagem entre produção e consumo chegava a 30%. (F.G.)





