Moradores não notam muita diferença
Édson Correia, de 37 anos, trabalha como balconista em uma panificadora em Lupionópolis. Ele morou em Londrina por 12 anos e voltou para a cidade natal no ano retrasado. O balconista relata que percebeu "poucas mudanças" desde que Lupionópolis foi incorporada por lei à RML.
"Não sei se tem a ver (com a entrada do município na região metropolitana), mas desde o ano passado estou pagando R$ 30 a menos por mês na conta de telefone. Faço interurbanos para a minha mãe, que mora em Londrina. Além disso, fiquei sabendo do aumento do subsídio do Minha Casa Minha Vida. Fora isso não soube de mais nada", afirma. "Futuramente, acho que essa integração pode acontecer. É uma coisa que a gente espera. Mas acho que vai ser a longo prazo, por causa da distância."
Marlene Bernardo, de 67, proprietária de uma floricultura, também não sentiu muita diferença. "Na saúde, para quem precisa do serviço público, a referência sempre foi Londrina. Para estudar, os mais jovens vão para Londrina, Maringá. Aqui tem pouco recurso, então tem que buscar fora. Sempre foi assim", afirma.(F.G.)





