Migrantes não esquecem a cultura nem antigas paixões
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Redação FolhaWeb 
Em Rolim de Moura, importante polo regional da chamada Zona da Mata Rondoniense, a presença do Paraná é marcante. Estima-se que cerca de quase a metade dos 50 mil habitantes seja paranaense ou descendente.
Numa casa de madeira semelhante vive um dos últimos migrantes que chegaram à região: o comerciante Anésio Pedro Kremer, que se mudou de Francisco Beltrão em 1995. ''Vim pela propaganda. Estava procurando uma vida melhor e acabei ficando. Minha família toda continua no Paraná mas não sei se me acostumaria de novo por lá.''
Após a adaptação, Anésio terminou transformando o hábito cultural de tomar chimarrão em fonte de renda. ''Tinha uma loja de R$ 1,99 e as pessoas começaram a procurar erva-mate e os utensílios. Acabou que fiquei só nisso'', diz ele, que hoje vende todo o aparato para quem aprecia a bebida. A clientela ''é fiel''.
Leia mais sobre a história de Anésio Kremer na reportagem de Luciano Augusto


