A opinião de quatro alunas ou ex-alunas do curso à distância do Iesde é dividida: duas criticam a metodologia de ensino e duas o aprovam. ‘‘Imaginava um magistério diferente. Saindo dali, acho que não saberia lidar com um aluno problemático, pela falta de professores de todas as disciplinas na sala de aula’’, disse Michelle Flaviane Evaristo Peruzzo, 21 anos, de Curitiba, que abandonou o curso em abril, após frequentá-lo por dois meses.
Para Zolaine Maria da Rosa, 19 anos, de Quatro Barras (Região Metropolitana de Curitiba), a principal dificuldade é que o professor que monitora as aulas ‘‘não sabe explicar todas as matérias.’’ Ela desistiu do curso por ter arrumado emprego em um supermercado.
Iraci Xavier da Costa Teixeira, 30 anos, de Curitiba, que cursou o magistério regular durante dois anos, diz que o curso é abrangente e a ‘‘aprendizagem depende do aluno’’. Suzana Nunes Antunes, 42 anos, também de Curitiba, que não estudava havia 20 anos, disse que sua única reclamação é que, no vídeo, as explicações dos professores é muito rápida. ‘‘Não dá tempo de acompanhar tudo. Mas quem tiver vontade, vai aprender.’’ (V.D)

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