Basta dar uma olhada rápida em uma seção de livros de autoajuda para perceber que a maioria deles promete a felicidade, sobretudo pela obtenção de três itens: sucesso na vida pessoal, profissional e financeira. Destes, a ideia de ganhar mais dinheiro ou enriquecer de repente é uma das mais almejadas pelas pessoas para serem felizes. Mas, enquanto não ganham na loteria ou recebem uma herança milionária, trabalhadores comuns tentam multiplicar suas rendas por meio de investimentos.
Se até uma década somente os mais abastados e corajosos entraram no mercado de ações, o aumento do poder de consumo das classes C e D fez que aumentasse a procura por outros produtos de investimentos financeiros, além das tradicionais poupança e previdência privada. "As taxas de juros desses produtos não estão garantindo boa remuneração. Por isso, as casas especializadas estão em alta por oferecer outros rendimentos melhores", diz Rodrigo Milanez, consultor e assessor de investimentos que viu a carteira de clientes da empresa saltar de 400 para 1,5 mil clientes em cinco anos.
Segundo ele, as pessoas estão preocupadas com o futuro e querem garantir um patrimônio maior com os anos. "Mas como não têm tempo ou conhecimento, buscam pelo serviço especializado, onde ofertamos todos os tipos de produtos do mercado financeiro para qualquer bolso. Temos aplicações a partir de R$ 100,00." Conforme Milanez, não há uma pesquisa ou relato de que aumentar a renda traria felicidade a seus clientes, "mas, certamente, a garantia de reservas e rendimentos traz tranquilidade e segurança". (M.T.)

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