Locais apropriados
Hoje, para quem perde seu animal, a opção mais indicada é mandar incinerar ou cremar. Para isso, deve deixar o bicho em uma clínica particular e pagar para que o corpo seja levado por uma empresa terceirizada. No município, todo os corpos do Hospital Veterinário (HV) da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da maioria das clínicas são levados por uma empresa de Ponta Grossa, que cobra a incineração por quilo do animal. Cerca de 350 quilos são coletados por semana em Londrina, grande parte do HV.
Oriente Moisés De Sene, diretor comercial da empresa, diz que a média do quilo é de R$ 4,50 para animais pequenos e de médio porte. ''Se for um animal grande, como um cavalo, deve vir fracionado em pedaços para que caiba no incinerador. Todos os animais são queimados juntos de uma vez, não há como juntar as cinzas de apenas um.'' Mas como a procura por cremação tem sido constante, a empresa disponibiliza em menor escala esse serviço também, que custa mais caro por ser efetuado individualmente.
Iniciativa pioneira
Provavelmente o único cemitério público do país, o ''Sasha'', na cidade de Teresina, no Piauí, desde 2009 disponibiliza jazigos para cães, gatos de qualquer peso e animais pequenos como aves. Mantido pelo Hospital Veterinário (HV) da Universidade Federal do Piauí (UFPI), o cemitério possui mil metros quadrados de extensão e já abriga cerca de 300 animais.
Segundo o diretor do hospital, João Macedo, é cobrada uma taxa única de R$ 60 para enterrar o animal, independentemente do peso, para cobrir gastos com a construção do jazigo e sepultamento. Mas quem busca por algo maior e mais elaborado, pode optar pela construção de uma gaveta de concreto, pelo valor de R$ 200. ''Estamos estudando a instalação de incinerador também'', diz. (M.T.)





