O PCC teria começado a se estruturar no Presídio do Ahú, em Curitiba, com a chegada do detento Geléia. Antes de ser transferido para a PCE, Geléia teria conseguido uma série de privilégios para os associados do PCC. Eles podiam se reunir periódicamente em uma sala do presídio. Fontes de dentro da penitenciária contam que há até reuniões dos integrantes do PCC dentro do Ahú. Um agente garantiu que existem armas dentro da penitenciária e diversos estoques. Os integrantes do PCC também comercializariam drogas livremente no pátio da penitenciária. Os presos identificados como ‘‘Bira’’ e Wanderlei Justi são apontados como líderes do movimento no Ahú.

mockup