O que o destino separou pela distância de quase três mil quilômetros há mais de 30 ou 40 anos, os laços de sangue não deixaram minguar a saudade dos que permaneceram tocando a vida no Paraná. É bem assim que tem sido escrita a história dos milhares de migrantes paranaenses que entre as décadas de 1970 e 1980 foram tentar a sorte em Rondônia, um território que naquela época era todo coberto pela alta, densa e selvagem floresta amazônica.

Há algumas semanas, a FOLHA partiu rumo ao Centro-Sul rondoniense, região escolhida pela grande maioria dos imigrantes do Paraná que se lançou na colonização do Norte do País. Conforme o Núcleo de Estudos de População (Nepo), da Universidade de Campinas (Unicamp), 36% (mais de 200 mil pessoas) da população que migrou para Rondônia era formada por paranaenses.

Uma gente que queria crescer e se desenvolver junto com uma região amazônica ainda virgem. Muitos tiveram êxito. Outros, nem tanto. Dificuldades de adaptação, todos sofreram: temperaturas de 40 graus; moléstias como malária e febre amarela; ausência de infraestrutura e serviços públicos.

Confira mais informações na reportagem de Luciano Augusto

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