Escolha do município é feita pelo profissional
Em nota enviada à FOLHA, o Ministério da Saúde informou que na primeira fase do Mais Médicos "todas as regiões atendidas são prioritárias". São considerados municípios prioritários "as capitais e as regiões metropolitanas que tenham unidades de saúde da periferia, nos bairros mais pobres, em que faltem médicos, os municípios do interior que têm maior carência de profissionais, os municípios que ficam nas regiões de fronteira do País, os municípios que ficam no conjunto da região amazônica ou que têm populações indígenas e/ou populações rurais".
O ministério enfatizou, entretanto, que quem faz a opção por cada município é o médico no ato de inscrição. A pasta alegou que o programa "está apenas começando e terá fluxo contínuo. O processo continua aberto até que a demanda apresentada pelos municípios seja atendida".
"Caso as vagas não sejam preenchidas pelos médicos brasileiros, o Ministério da Saúde vai continuar buscando a parceria, por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), de países, universidades e organizações de outros países para participação no Mais Médicos. Nestas parcerias, só serão ofertadas as vagas não preenchidas pelos editais de chamamento individual", informou o ministério. (F.G.)





