Um vazamento de gás quando não identificado pode acarretar tragédias. O ideal, segundo capitão Nilson, do Corpo de Bombeiros de Londrina, é se prevenir, usando equipamentos de qualidade na instalação e na manutenção do gás, seja encanado ou de botijão.
Segundo capitão Nilson pode acontecer vazamento de gás por vários motivos: um registro mal acoplado, o uso de uma mangueira de má qualidade que resseca com facilidade, braçadeira frouxa e até mesmo problemas no fogão, e no caso de gás encanado, furos no encanamento.
Para uma maior segurança é possível utilizar equipamentos que detectam e avisam quando há um vazamento. Em Londrina, a Plaenge utilizou na construção do edifício Solar Philadelpho Garcia um detector de vazamento de gás. O equipamento é importado dos Estados Unidos e o sistema é simples: um sensor eletrônico mede a quantidade de gás no ambiente e emite um sinal sonoro, para o morador e o zelador, quando é ultrapassado o máximo permitido, cinco por cento no ambiente. Segundo Fernando Fabiano, diretor da regional de Londrina da Plaenge, ‘‘se você deixar o gás do fogão aberto, em um minuto o alarme já dispara’’.
Durante a construção do edifício, a Plaenge também testou a segurança da tubulação de gás. Para verificar se não há furos todas as saídas de gás são fechadas e com a ajuda de uma máquina é introduzido ar comprimido. A pressão na tubulação aumenta gradativamente até atingir o índice do teste. Se a pressão não diminuir depois de 24 horas, as tubulações são aprovadas.
Há três meses, em Campinas, foi lançado um outro equipamento de segurança contra vazamento, o kit Stankgás que também é composto por um detector eletrônico de gases. A diferença é que ele é acoplado à uma válvula bloqueadora, que impede a passagem de gás, assim que é identificado o vazamento. O equipamento é instalado no botijão ou na saída do gás encanado.

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