DE PORTO EM PORTO
Entrei nessa vida por causa do meu filho, diz a gaúcha Patrícia, 20 anos. Mãe aos 17, ela foi casada por dois anos, até se divorciar, quando ainda estava na cidade portuária de Rio Grande (RS). Trabalhava como secretária de uma firma e ganhava R$ 300,00, conta a garota de programa, que está em Paranaguá há 25 dias. Quando o marido a trocou por outra e a deixou com uma criança no colo, decidiu mudar de vida. Precisava ganhar mais. Patrícia deixou o filho com os pais e passou a se prostituir na região portuária de Rio Grande. Mas a situação ficou feia. Então vim para Paranaguá. Ela espera que a situação melhore no Paraná. Caso o trabalho em Paranaguá valha a pena, espera se fixar na cidade. Quem sabe trago meu filho, mas ainda é cedo para pensar nisso.





