CITOGENÉTICA ANIMAL
Em função da grande incidência de acidentes envolvendo aranhas marrom no Paraná, o Laboratório de Citogenética Animal trabalha na identificação das espécies através do estudo de seus cromossomos. A idéia é conhecer o princípio ativo do veneno, que pode ser usado como auxiliar no tratamento de outras doenças.
Na mesma linha, de acordo com o professor Ives José Sbalqueiro, o laboratório está identificando as espécies de roedores, para classificar a origem de cada tipo e capacidade de transmissão de doenças. No caso da hantavirose, que apresentou muitos casos no Paraná, havia várias espécies de roedores, e era importante saber qual o tipo que trazia o elemento patógeno.
Também são realizados estudos das mutações do DNA causadas por substâncias tóxicas em animais que constituem fonte de alimentação para o homem. Doutora em Ciências Citogenética de Peixes, a professora Marta Margarete Cestari centra sua atenção sobre os peixes. O objetivo é saber as alterações causadas por agentes tóxicos colocados no meio ambiente como benzeno, os pesticidas, metais pesados entre outros.





