Profissões que eram majoritariamente comandadas por homens começam a abrir espaço para as mulheres. O número ainda não é expressivo, mas o mercado de aviação civil é um dos que começam a quebrar barreiras e contratar o público feminino. Com apenas 22 anos, Natália Boni, literalmente, alça voos cada vez mais altos em sua carreira. Depois de completar o curso de piloto privado, comercial e instrução de voo e a faculdade de Ciências Aeronáuticas, a jovem começou a trabalhar com aviação executiva.
Segundo ela, os salários entre os mesmos cargos não são diferentes para os sexos, mas a contratação ainda é difícil. ''Não foi fácil entrar nesse ramo, que é composto quase que exclusivamente por homens. Tive a oportunidade de ser convidada por um comandante, o qual auxilio nos voos'', diz ela, que trabalha atualmente como co-piloto em voos executivos, mas deseja ir para a linha aérea no futuro. No primeiro curso que realizou, dos 20 alunos da sala, apenas ela e outra mulher participavam. (M.T.)

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