Usado há muitos anos na rede bancária, o sistema de alarme por sensores eletrônicos está se tornando comum em residências. A Confidencial Alarmes, empresa de segurança de Foz do Iguaçu, foi a primeira a trabalhar com o sistema no Extremo-Oeste. ‘‘Até a década passada, somente os bancos podiam arcar com os altos custos da instalação e manutenção do equipamento’’, lembra César Augusto Guerra, sócio-proprietário da empresa.
O custo caiu em consequência da abertura econômica do início da década. Primeiro foram os moradores de residências de alto padrão. Agora, a classe média está dominando as solicitações pelo serviço.
‘‘Os sensores são instalados em pontos vulneráveis da casa. Geralmente, são janelas laterais e de fundo’’, revela César Guerra. Ao se aproximar da área do sensor, o arrombador ou o assaltante, aciona uma sirene e, simultâneamente, a central da casa emite um sinal recebido por plantonistas da empresa, que repassam o aviso à viatura. A falta de energia não significa um problema, já que o sistema é dotado de uma bateria de emergência.

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