4G ainda é uma incógnita
O atraso nas obras da Arena da Baixada deve fazer com que o público dos primeiros jogos tenha problemas de comunicação em alguns pontos do estádio. O diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, admite que não houve tempo hábil para testar as cerca de 300 antenas de transmissão 4G instaladas em todo o complexo da Arena, e que permanecerão após a Copa. "A tecnologia utilizada é que o há de mais moderno no mundo, mas com o atraso no cronograma das obras, não há como garantir a cobertura completa em pontos como vestiários, banheiros e setor de lojas, por exemplo. Estamos priorizando a arquibancada, ali garantimos total cobertura", informa Levy.
Ele admite, porém, que mesmo na arquibancada, pode ser que alguns torcedores tenham melhor sinal de telefonia e internet que outros nas primeiras partidas, o que deve ser resolvido com o passar dos dias. "O problema foi mesmo o tempo insuficiente para todos os testes", reforça, lembrando que a mesma situação vem sendo enfrentada na Arena Corinthians, em São Paulo. O presidente do SindiTelebrasil garante que em outros pontos da cidade os visitantes e a população não devem enfrentar problemas de transmissão de dados.(S.L.)





