A Câmara de Vereadores de Maringá não alterou a rotina devido à votação do projeto popular contra a privatização da Copel. ''Já manifestamos nossa posição contra a venda da Copel através de uma mensagem à Assembléia Legislativa'', explicou o presidente da Casa, Walter Guerles (PSDB). Ele disse que diante do volume de pautas a serem votadas, qualquer alteração poderia provocar o acúmulo de serviço.
A vereadora Silvana Borges (PT), que integra o movimento local contra a venda da Copel, disse ontem que deve acompanhar a votação na Assembléia. Ela acha importante a presença de representantes do interior, principalmente depois da pressão que resultou na mudança do voto da deputada Serafina Carrilho (PL).

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