O requerimento da liderança do governo, transformando o plenário em comissão geral, teve a votação adiada para hoje. A intenção é agilizar a aprovação do orçamento, das regras do IPVA e dos aumentos do ICMS. Em tese, a última sessão do ano acontece amanhã.

O bloco de oposição estuda manobras para tentar barrar os reajustes no ICMS. O governo, no entanto, aposta na aprovação da matéria. Ontem, o relator do orçamento e líder do governo, Durval Amaral (PFL), passou a tarde debruçado sobre a proposta orçamentária elaborada pelos técnicos do governo. Ele recebeu mais de duas mil emendas, apresentadas basicamente pela bancada de oposição.

Já o IPVA deve ser aprovado com desconto de 15% para pagamento à vista em janeiro, 5% em fevereiro e seis parcelas. A forma de pagamento ficou igual à deste ano.

O plano de saúde terá o substitutivo da Comissão de Saúde aprovado, mudando pouco o texto enviado pelo Palácio Iguaçu. A principal garantia concedida ao funcionalismo é que, se o governo reajustar as mensalidades e os salários dos servidores não forem corrigidos, o governo terá que pagar a diferença.(M.D.)

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