‘‘A lei de improbidade foi feita para o servidor público e não para o agente político. O agente político tem leis específicas, como o decreto 201 (que trata dos processos de cassação de prefeitos e vereadores), assim como tem lei para julgar presidente da República, deputados. Então essa legislação veio para suprir apenas os casos de servidores públicos que não tinham lei.’’
Antonio Carlos de Andrade Vianna, advogado do ex-prefeito Antonio Belinati

‘‘Essa lei cabe aos agentes políticos e seria um retrocesso. Chegaríamos ao absurdo de condenar o pequeno funcionário por improbidade administrativa e o agente político, prefeitos, deputados não serem enquadrados nesta lei. Se estamos buscando moralidade administrativa isso também tem que alcançar os agentes políticos.’’
Alberto de Paula Machado, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná

‘‘Entendo que deve ser aplicada a agentes políticos. Houve um avanço e a gente acreditava que isso realmente ia atingir as pessoas com mandato que praticassem atos de corrupção. Se entendido que só seria para servidores públicos, representa um retrocesso. A gente fica até desacreditado nas coisas. A Justiça está colaborando para que a impunidade impere.’’
Claudemir Molina, advogado e presidente do diretório municipal do PSDB

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