Vítima da agressão critica reitoria da universidade
O professor de biologia celular e genética Paulo Mathias reclamou também que a reitoria da Universidade Estadual de Maringá está sendo omissa na defesa dos docentes da UEM desde a greve. A reitora (Neusa Altoé) não nos defende e ainda perde a autonomia ao deixar a procuradoria abrir processo, reclamou o professor. Em nota distribuída ontem à imprensa, a reitora Neusa Altoé argumentou que a iniciativa do processo partiu da Procuradoria Geral do Estado e cabe ao órgão continuar até a decisão final. A reitora afirmou que a UEM não abriu procedimentos contra os grevistas.
O advogado do professor, Matheus Felipe de Castro, disse que vai entrar com uma medida judicial para pedir o trancamento do processo administrativo ou o afastamento das pessoas ligadas ao procedimento. Os funcionários da procuradoria não têm imparcialidade e nem equilíbrio para instruir o processo, explicou o advogado.
A Procuradoria abriu processo contra os professores Paulo Mathias, João Alencar Pamphille e o acadêmico Edmilson Modesto de Camargo porque considerou como abusivos alguns atos realizados durante a greve de 42 dias realizada no ano passado. Entre os atos está o lacre com solda da porta do prédio da Comissão do Vestibular Unificado (CVU). (M.M)





