Brasília - Cuba é apenas um dos países que o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), delegado Mauro Marcelo de Lima e Silva, está procurando para ampliar a troca de informações, assinar acordos de cooperação e diversificar os contatos pelo mundo nesta área. Apesar da grita geral pela sua ida a Havana, na semana passada, Mauro Marcelo promete outros contatos com países dos quais o Brasil está afastado nesta área de inteligência há mais de 50 anos ou nunca manteve qualquer contato, como a Argélia, a Índia e a China. ''Precisamos de informações que possam proteger o Estado brasileiro'', disse ele, ao lembrar que Cuba está negociando acordos de livre comércio com o Brasil e que, por isso, é preciso haver troca de informações.

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