Vice-presidente já atuou como interventor em GO
O tema intervenção não é exatamente uma novidade para o vice-presidente do Ciap, Eliézer Boaventura. Natural do estado de Goiás, formado em Teologia e militante ''há anos na área de filantropia social'', ele contou que já foi, em território goiano, interventor em duas instituições filantrópicas sem fins lucrativos, além de uma cervejaria. Uma se trata de uma creche-modelo; a outra, de um lar de idosos modelo - ambas, prestadoras de serviços em âmbito estadual, ''ligadas a uma entidade norte-americana''. Quanto tempo levou a intervenção nas filantrópicas? ''Em uma fiquei três anos; na outra, quatro anos.''
Questionado sobre as facilidades que um interventor tem em um caso como o do Ciap, em comparação aos trabalhos de auditoria externa contratados pelo ente investigado, Boaventura não hesitou na resposta: ''O acesso aos documentos e computadores que a Polícia Federal levou, certamente, além de todo um aparato judicial que o permita determinar, requerer e ser atendido com uma rapidez enorme''. (J.G.)





