O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá começa a ouvir hoje o depoimento de cinco vereadores da cidade Eles foram intimados a prestar depoimento em inquérito aberto há cerca de cinco meses com o objetivo de investigar uma denúncia anônima de que funcionários da Câmara Municipal compareciam à sede do Poder Legislativo apenas para bater o cartão e, que durante o expediente, ''ou não trabalhavam e, quando trabalhavam, desempenhavam serviços particulares de interesse privado'', afirmou o delegado do Gaeco de Maringá, Elmano Ciriaco
O inquérito policial está na fase conclusiva Ontem foram ouvidos seis dos sete assessores parlamentares intimados pelo Gaeco Um deles protocolou requerimento e pediu para que seja agendada uma nova data ''As investigações seguiram no caminho certo Conseguimos as provas objetivas necessárias Agora, basicamente, é a fase de oitivas, em que os investigados podem apresentar as teses e esclarecimentos Depois vou concluir o inquérito e, provavelmente, indiciar parte dos investigados'', afirmou Ciriaco
O delegado disse ainda que existem outros suspeitos, que ainda não foram intimados, que também são alvo da investigação Ciriaco não precisou se eles ainda vão ser convocados a depor e nem quem poderiam ser os possíveis indiciados ao final do inquérito ''A investigação reuniu elementos bastante concretos As denúncias anônimas tinham fundamento Em alguns casos é possível configurar os crimes de falsidade ideológica, estelionato e condescendência criminosa'', considerou

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