Vereador questiona sindicâncias da Prefeitura
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quarta-feira, 18 de abril de 2007
Janaina Garcia<br>Reportagem Local 
A Câmara de Vereadores de Londrina vota hoje dois pedidos de informação ao Executivo que questionam número de ações trabalhistas impetradas por servidores contra a Prefeitura, desde 2002, bem como número de ações em que as administrações direta e indireta figuram como rés.
O autor dos pedidos é o vereador Luiz Carlos Tamarozzi (PTB), que, na sessão de anteontem, teve ainda aprovado o pedido para saber da administração municipal quantas comissões de sindicâncias internas foram instauradas pela Prefeitura desde 2002 até hoje. De acordo com o parlamentar, os esclarecimentos servirão para comprovar números recebidos por ele na denúncia de uma servidora municipal.
''Pelo que me foi exposto, erros do Executivo nos processos de sindicância fizeram com que, só em 2005, a Prefeitura sofresse 300 ações por danos morais. É uma contra-resposta muito cara'', disse. O custo a que Tamarozzi se refere, com base na denúncia formulada em requerimento que pede apuração, chegaria perto dos R$ 12,4 milhões. ''Com um custo médio de R$ 30 mil por ação indenizatória, mais custas processuais, honorários e outras despesas que a servidora relata, são mais de R$ 12 mi. E semais gente resolve entrar com ações dessas?'', questionou.
Até mês passado chefe da Corregedoria - órgão criado em 2006 e que, desde então, centraliza os procedimentos envolvendo servidores -, a procuradora do Município, Regiane Andreola Rigon, afirmou desconhecer os números de 2005 apresntados ao parlamentar. ''Mesmo porque, as sindicâncias ainda não eram centralizadas. Mas é estranho, já que em 2006, por exemplo, foram 33 sindicâncias e um único pedido de indenização formulado por um servidor que havia sido advertido'', citou.


