Nome completo: Fábio André Testa.
Nome de urna: Professor Fabinho.
Idade: 43 anos.
Cidade natal: União da Vitória (PR).
Profissão: Advogado e professor de ensino médio e de cursinho.
Estado civil: Casado.
Filhos: -

Já pertenceu a quais partidos?
Somente ao Partido Popular Socialista (PPS).

Coligação nas eleições de outubro:
PT e PPS.

Eleito com quantos votos?
1.848 votos.

Já concorreu em quais eleições?
Em 2008 para vereador (não eleito).

Em qual região obteve mais votos?
Jardim Ideal e Centro.

Mora em qual bairro?
Jardim Londrilar.

O senhor se considera representante de algum segmento da sociedade?
Representante da classe estudantil, tanto professores quanto alunos.

Valor total do seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral:
R$ 530.000,00.

No patrimônio pessoal, existem empresas?
Não.

Quanto gastou na campanha eleitoral?
R$ 27.452,68.

Quem foram seus doadores?
Recursos próprios: 14.090,70.
Márcia Helena Carvalho Lopes: R$ 8.861,98.
Pessoas físicas: R$ 4.500,00.

Por que quis ser vereador?
Como Aristóteles já falava: o homem é um animal político. Eu sempre achei que tivesse vocação política e por isso concorri pela segunda vez agora e acabei sendo eleito. E acho que pela política você tem uma chance muito maior de poder melhorar a vida da sua cidade, porque tudo passa pela política, a questão educacional, a saúde, então a política é fundamental. As pessoas como um todo devem participar, não só o vereador eleito, a comunidade tem que participar cobrando, fiscalizando, elogiando ou criticando. Porque, caso contrário, a democracia não funciona.

Qual é a função do vereador?
Fiscalização do Executivo e o processo de fazer leis. Acho que é fundamental o vereador fiscalizar os atos do Executivo. Se o Legislativo estiver funcionando bem, por consequência o Executivo também vai funcionar bem. É salutar essa função.

Já pensa em apresentar algum projeto de lei? Qual?
Pensei alguma coisa na área cultural, inclusive falei algumas coisas com um pessoal de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, que tem projetos de lei muito interessantes na questão cultural. E também na questão educacional, principalmente na melhoria do currículo. Precisamos dar uma formação mais humanista para essa criançada, sair um pouco da cartilha, apostila, livro didático. Se você pega como exemplo os Estados Unidos ou Canadá, uma criança de sete ou oito anos sabe prestar serviços de primeiros socorros, já tem uma formação musical, tem uma formação cultural mais completa, mais humanista mesmo.

Oposição ou situação ao prefeito eleito, Alexandre Kireeff (PSD)?
Diria que mais situação do que oposição. Tudo aquilo que o prefeito trouxer de bom para a cidade, que tiver algum benefício, algo a contribuir com a vida do cidadão e da sociedade, vou votar. Não estarei lá para barganhar, mas o projeto é bom, é favorável, votarei sem problema nenhum. Já se eu achar que o projeto não vai melhorar a vida do cidadão, vou votar contra. Com bastante independência e com a consciência muito tranquila.

Se o senhor tivesse que se posicionar politicamente entre político de esquerda, de centro e de direita, onde o senhor estaria? E o seu partido político?
Eu acho que seria de centro. Já meu partido nasceu da esquerda, desde a década de 90, veio de um partido comunista e na sua formatação ele é um partido de esquerda, mas em Brasília hoje ele faz oposição ao PT. Então acredito que hoje ele seria de centro, até porque no Estado ele é base de apoio do Beto Richa. Então é complicado e difícil falar qual linha hoje o partido está seguindo. Mas dos extremos, o centro seria a melhor opção.

O que pensa sobre o valor do salário do vereador?
Muito embora eu ache esse um valor justo, acho que o aumento foi exagerado. Um professor, por exemplo, tem correção de 5 a 6% por ano no salário, então acho que aumentar 130% não foi legal. Não era o momento também para esse aumento. Primeiro precisamos mostrar para a sociedade que estamos trabalhando, estamos produzindo, e a sociedade tem que confiar no Legislativo, perceber que ele está trabalhando. E é difícil a posição do vereador de ter que fazer o próprio salário, acho que isso deveria partir de uma discussão com a sociedade.

O que pensa sobre aumentar os salários do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários municipais?
Em relação ao aumento do salário do secretariado eu acho fundamental. Para uma pessoa que tem muita competência, que talvez tenha que abandonar sua empresa, seu empreendimento, para se dedicar de forma integral, o salário está defasado. E mesmo pelo princípio da isonomia: se um vereador ganha R$ 12 mil, um secretário que também tem uma atuação fundamental na cidade não pode ter um salário tão discrepante, tão menor que o salário de vereador, então acho que deveria ter uma correção. Já o salário do prefeito, se você aumenta você acaba criando aquele efeito cascata e onerando demais a folha de pagamento, acho que é uma coisa a se pensar, discutir muito bem em cima de planilhas para saber no que iria implicar, e no custo para a cidade. Porque é um dinheiro que você vai retirar da administração para investimentos, é uma questão séria.

Responde a algum processo na Justiça?
Não.

Como o cidadão londrinense poderá entrar em contato com o senhor?
Já falei com dois de meus assessores para a gente colocar informações na internet, uma participação interativa com a população. Também atenderei no gabinete. E também com minha equipe, somos muito acessíveis e estaremos com as portas abertas para a população.

Endereços na internet:
Rede social: www.facebook.com/professorfabinho e www.facebook.com/fabioandretesta








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