Como Alborghetti, o vereador José Aparecido Alves, o Jotapê (PSB) – que integra a comissão que investiga o narcotráfico na Câmara de Curitiba) – afirmou que possui uma certidão da Procuradoria de Investigações Criminais (PIC) dando conta que não consta na promotoria nenhum procedimento investigatório contra ele. ‘‘Vou ter que processar o Requião por causa dessa maldade’’, ameaçou.
O delegado Rubens Recalcatti, titular do 12º Distrito Policial, disse ontem que não sabe como seu nome foi parar na listagem dos nomes que aparecem nos canhotos que podem ser da conta pessoal de Mandelli, com valor de R$ 1,12 mil. ‘‘Eu o conhecia pessoalmente, ouvi o Mandelli em alguns inquéritos policiais, dei batidas na loja dele quando estava na Furtos e Veículos, em 1998, mas jamais recebi qualquer centavo dele’’, declarou o delegado.
‘‘Acho tudo isto muito estranho, isto me pegou completamente de surpresa. Estranho apenas o fato de o Ministério Público ainda não ter tentado me ouvir sobre este assunto’’, afirmou Recalcatti. O delegado afirmou que também abre seu sigilo bancário para comprovar que nunca recebeu qualquer cheque de Mandelli. (L.P. e R.B.N.)

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