Vereador cobra informações sobre destino de recursos
A Câmara de Vereadores de Londrina vota hoje sete pedidos de informações formulados pelo vereador Mário Takahashi (PV) em relação à Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Primordialmente, o parlamentar quer saber qual a destinação do aporte de R$ 10,8 milhões que a companhia recebeu em outubro passado, vindos do Fundo de Urbanização de Londrina (FUL).
A tramitação do projeto de lei que permitiu a transferência durou sete dias. À época, a justificativa era a necessidade de cortar o mato e evitar epidemia de dengue. "O que a cidade tem hoje? Mato alto e dengue", cita Takahashi.
O vereador ainda pede a relação das contas bancárias que são ou foram usadas pela CMTU e os respectivos extratos; quantos processos a companhia responde; quantos processos da CMTU estão em fase de execução; balanços dos dois últimos anos; cópia dos processos que culminaram em contratos desde o início do governo Alexandre Kireeff (PSD); e relação de todos os serviços de lavagem e varrição desde janeiro de 2013.
O vereador teve pedido de informações "indeferido" pelo departamento jurídico da CMTU. Takahashi solicitou cópia dos processos trabalhistas da empresa e as contratações feitas nos anos de 2012 e 2013. A resposta da companhia foi que a entrega dessas informações traria muito custo devido à quantidade de papel necessária.
Além dos requerimentos em relação à CMTU, os vereadores também analisam, hoje, mais dois pedidos de informação de Takahashi, sobre áreas públicas e sobre contribuintes, e um da vereadora Lenir de Assis (PT), sobre o prolongamento da rua Guido Spoladore. (L.F.W.)





