Curitiba - Interrogado pela juíza Daniela Flávia Miranda, de Reserva (98 km ao norte de Ponta Grossa), o vereador Flávio Hornung Neto (PMDB) reafirmou ontem a tese de legítima defesa para justificar o assassinato de Nelson Renato Vozniak, ex-presidente do PCdoB da cidade. Hornung apontou que matou Vozniak porque a vítima havia feito ameaças contra ele. O crime ocorreu em janeiro e motivou denúncia do Ministério Público (MP).
  A próxima etapa no processo será a oitiva de oito testemunhas de acusação e de Giovani Welke Pinto e Carlos Rodrigues de Oliveira Filho, que estavam com Vozniak quando ele foi assassinado. A oitiva foi marcada para 10 de julho, pela manhã. Depois, será estipulada data para oitiva das testemunhas de defesa. Hornung foi denunciado também por tentativa de homicídio contra Welke e Oliveira.
  Em fevereiro, o pedido de abertura do processo de cassação de Hornung foi arquivado porque a maioria dos vereadores da Câmara local foi contrária à medida.

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