Funcionário de carreira e petista de carteirinha, Expedito Veloso ascendeu rapidamente no Banco do Brasil (BB) no governo Lula, passando do cargo de gerente para a vice-presidência. O eventual envolvimento de Veloso na montagem do dossiê com base em informações sigilosas de correntistas do Banco do Brasil expõe a partidarização da instituição.
Antes do dossiê Vedoin, o então diretor de Marketing, Henrique Pizzolato, foi acusado de participar de um esquema, montado em 2003, para beneficiar a DNA - empresa de Marcos Valério, um dos principais personagens do escândalo do mensalão. Pizzolato teria criado o pagamento antecipado da publicidade.
A antecipação serviu para pagar uma campanha feita pela agência de Valério para a Visanet - que tem 31% de participação acionária do BB. Com a permissão de adiantamento, a Visanet transferiu para a DNA R$ 58,8 milhões. Os indícios eram de que pelo menos R$ 10 milhões teria sido desviados para os cofres do PT.(E.F e LW)

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