Vamos baixar as armas e nos unir, diz peemedebista
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quarta-feira, 02 de julho de 2014
Mariana Franco Ramos<br>Reportagem Local 
Curitiba - Passado o impacto inicial da derrota da tese da coligação com o PSDB, os peemedebistas da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná já começam a vislumbrar boas possibilidades para as eleições de outubro. Segundo o líder do partido na Casa, Nereu Moura, que foi um dos 11 parlamentares a apoiar a aliança com os tucanos, a expectativa é eleger em torno de dez deputados estaduais.
"É no andar da carruagem que as abóboras se acertam. Houve uma disputa democrática, a maioria venceu e é preciso respeitar. Mas agora vamos baixar as armas e nos unir", ponderou. Conforme a ata da convenção, a legenda terá 49 candidatos à AL e 20 à Câmara dos Deputados.
Quando ocorreu a opção por Roberto Requião (PMDB), apenas dois dos hoje 13 integrantes da bancada Anibelli Neto e Cleiton Kielse eram favoráveis à candidatura própria. Entre os contrários, o principal argumento utilizado era de que a ausência do PSDB na coligação diminuiria as chances dos peemedebistas se elegerem. O acordo com o PV e o PPL também desagradou parte da base, por ser exclusivo para o pleito majoritário.
"A verdade é que a nossa chapa é muito boa. Temos candidatos em todas as regiões do Estado. E se o Requião tiver uma boa performance, não vejo muita dificuldade para fazermos campanha", opinou.
Além dos nomes para a disputa, a executiva estadual da sigla definiu o valor máximo para os custos de campanha. Os cargos de governador (Requião) e vice (Rosane Ferreira) poderão gastar até R$ 30 milhões, mesmo valor disponibilizado ao senador Marcelo Almeida e aos seus suplentes (Antonio Martins Anibelli e Herculano Francisco Lisboa). Já para os postulantes a uma vaga na Câmara dos Deputados serão R$ 4 milhões. Os candidatos à AL, por sua vez, terão um limite de R$ 2 milhões.


