Curitiba - O PFL deve agendar sua convenção em Curitiba para o dia 22 de junho, juntamente com a do PSDB. Apesar dos esperneios do deputado federal Rafael Greca, que insiste na candidatura própria do PFL ao governo encabeçada pelo seu nome, a tendência é que o partido do governador Jaime Lerner realize mesmo uma coligação com os tucanos na eleição de outubro.
O apoio do partido à candidatura de Beto Richa não deve sair de forma barata, entretanto. Para o deputado estadual Élio Rusch, secretário-geral do partido, é natural que caberá ao PFL a indicação do vice-governador e de uma das vagas do Senado. ‘‘Queremos também uma coligação nas eleições proporcionais. É a única maneira de se viabilziar uma aliança.’’
Além da chapa de deputados estaduais e federais, o PFL deve escolher também quem concorreria ao Senado. ‘‘Pode ser o próprio Rafael Greca, ou a vice-governadora Emília Belinati, que também está considerando esta hipótese’’, afirma Rusch. O ex-secretário do Desenvolvimento Urbano Lubomir Ficinski quer a indicação de vice de Richa.(R.S.)

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