Últimas prisões realizadas pelo MP ocorreram em 2003
Curitiba Os desmanches de veículos furtados em Curitiba e Região Metropolitana não fazem mais parte das prioridades do MP estadual. De acordo com o procurador Dartagnan Abilhôa, os atuais desmanches são pequenos e devem ser preocupação da Polícia Civil. ''As grandes redes de desmanche acabaram por completo.''
As últimas prisões envolvendo desmanche de veículos realizadas pelo MP ocorreram em 2003. De acordo com levantamento da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), administrada na época pelo promotor Ramatis Fávero, as ações resultaram no fechamento de desmanches de veículos roubados e postos de combustível que trabalhavam com produtos adulterados ou roubados. Em agosto, uma operação policial em 12 empresas de venda de auto-peças usadas em Curitiba terminou com o fechamento de dois desmanches, a prisão de três pessoas e a apreensão de motores adulterados. As operações em desmanches eram sistemáticas e realizadas em parceria com a Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos.
Outra operação foi realizada em Maringá, com o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão em empresas e depósitos de auto-peças. Nove pessoas foram presas num trabalho conjunto entre a PIC e policiais militares. Peritos do Instituto de Criminalística apontam que existiam peças adulteradas em todos os locais vistoriados. Cinco pessoas foram presas.
Em abril de 2003, três pessoas foram denunciadas por receptação de veículo furtado. Entre eles, um policial civil citado na passagem da CPI do Narcotráfico pelo Paraná. No mesmo ano, cinco supostos líderes de quadrilha de roubo de caminhonetes, entre eles um policial civil citado na CPI do Narcotráfico, foram identificados. O policial fugiu. Duas pessoas foram presas em flagrande e outras duas mortas num confronto com a Polícia Rodoviária Estadual.(L.P.)





