Curitiba - Desde que a Assembleia Legislativa (AL) do Paraná optou por manter a transmissão da TV Sinal com uma solução emergencial, R$ 1,7 milhão já foi destinado à empresa GW Comunicação. Os aditivos contratuais (desde março último) foram publicados no Diário Oficial da AL na semana passada e vão até 16 de outubro, mantendo o repasse mensal de R$ 360 mil pela produção de conteúdo da emissora dos deputados estaduais.
Sem a solução emergencial, a TV Sinal teria deixado de transmitir as sessões plenárias, uma vez que a licitação aberta para definir uma empresa para o serviço permanece emperrada na Justiça pelas concorrentes. Das oito produtoras que se candidataram ao serviço, em 2011, apenas quatro passaram à etapa técnica: a própria GW, Primer Produção e Locação, Televisão Icaraí e UAU Cine TV. Após questionamentos iniciais, a GW entrou com recurso pedindo a desqualificação das rivais.
Enquanto a AL não reverte a decisão na Justiça, habilitando as quatro concorrentes para a fase final da licitação, que é a abertura dos envelopes com o valor das propostas, a GW mantém a operação da TV Sinal.

mockup