Depois de muitas idas e vindas, composições e desencontros no Congresso, corte de verbas e um impasse que ameaçou dividir os ministros do Tribunal Superior do Trabalho, as obras da futura sede da corte estão sendo retomadas – vem aí mais uma construção monumental na Brasília dos palácios públicos.
O projeto prevê que cada gabinete de ministro medirá 250 metros quadrados de área. O empreendimento, orçado inicialmente em R$ 97,5 milhões, está parado há 13 meses. A Construtora OAS, contratada pelo TST, desligou suas máquinas depois que foi interrompida a liberação de recursos.
O reinício das obras – anunciado pelo ministro Almir Pazzianotto, presidente do TST – vai consumir de pronto R$ 21,4 milhões do Tesouro. Pazzianotto não faz segredo sobre o que considera ‘‘ideal’’ para abrigar a corte: ‘‘Um caixão simples, mas objetivo.’’
O primeiro desenho previa uma construção com 122 mil metros quadrados de área. Depois de um ajuste, optou-se por algo menos ostensivo: um prédio com 96 mil metros.

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