TST retoma obra da corte após 13 meses
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domingo, 11 de fevereiro de 2001
Fausto Macedo Agência Estado De Brasília 
Depois de muitas idas e vindas, composições e desencontros no Congresso, corte de verbas e um impasse que ameaçou dividir os ministros do Tribunal Superior do Trabalho, as obras da futura sede da corte estão sendo retomadas vem aí mais uma construção monumental na Brasília dos palácios públicos.
O projeto prevê que cada gabinete de ministro medirá 250 metros quadrados de área. O empreendimento, orçado inicialmente em R$ 97,5 milhões, está parado há 13 meses. A Construtora OAS, contratada pelo TST, desligou suas máquinas depois que foi interrompida a liberação de recursos.
O reinício das obras anunciado pelo ministro Almir Pazzianotto, presidente do TST vai consumir de pronto R$ 21,4 milhões do Tesouro. Pazzianotto não faz segredo sobre o que considera ideal para abrigar a corte: Um caixão simples, mas objetivo.
O primeiro desenho previa uma construção com 122 mil metros quadrados de área. Depois de um ajuste, optou-se por algo menos ostensivo: um prédio com 96 mil metros.


