TSE tira da disputa sete candidatos a vereador do PHS
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quinta-feira, 23 de setembro de 2004
Janaina Garcia<br> Reportagem Local 
Presidente da Executiva Municipal do PHS e até ontem candidata a uma vaga no Legislativo londrinense, Flávia Romagnoli teve negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o recurso que a mantinha no pleito, junto a mais seis postulantes pela sigla. Além dela, o ministro do TSE, Gilmar Mendes, negou provimentos aos recursos de Shirley Rodrigues Bueno, José Jair Antonio de Oliveira, Helio Batistella, Helídio Casagrande, Gílson Alves Voria e Otair Evaristo Gomes.
No parecer, o ministro considerou que não há ''possibilidade jurídica para o registro de duas chapas de candidatos formalizadas pelo mesmo Partido'', como havia acontecido no rachado PHS. Uma parte se coligou na majoritária do candiato Félix Ribeiro (PMN), enquanto outra foi para a chapa do prefeito Nedson Micheleti (PT), na proporcional.
A divisão teria começado quando a presidência estadual do PHS impugnou o pedido de registro de Flávia e dos outros seis candidatos. A alegação foi que a Comissão Executiva Regional, em 21 de junho, decretou intervenção na Comissão Executiva Municipal. Mesmo assim, a ala liderada por Flávia realizou uma convenção no dia 29 do mesmo mês, o que teria gerado ação movida na Justiça Eleitoral de Londrina, que a deferiu. O grupo ainda recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que negou recurso e também considerou inválida a convenção Executiva.
A Folha tentou contato com Flávia Romagnoli, mas ela não foi localizada. O advogado dela, Miguel Antonio Ramos, considerou ''absurda'' a decisão do TSE. De acordo com Ramos, ''à decisão provavelmente não cabe mais recurso''.
Até as 22 horas de ontem, o TSE não havia julgado o recurso de Flávia contra os dois candidatos do partido que permaneciam coligados à Bem Londrina, Rubens Canizares e Jair Carlos Teodoro.


