TSE: campanha contra 'mito' é só 'coincidência'
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 04 de outubro de 2018
Cláudio Humberto 
Brasília, sexta-feira, 05 de outubro de 2018
Cláudio Humberto
"Que o Supremo jamais falte à nacionalidade"
Ministro Marco Aurélio, do STF, celebrando os 30 anos da Constituição\
Programa do PT ameaça liberdade de imprensa
O programa de governo de Fernando Haddad (PT) promete claramente afetar a liberdade de imprensa no Brasil, no caso de vitória. O documento, disponível na página do candidato, a pretexto de "regular" ou "democratizar" os meios de comunicação, ameaça introduzir "restrições" e "proibições" sobre a propriedade de veículos, além de "monitorar" notícias incômodas "por meio de um órgão regulador".
Inspiração fascista
É dedicado à imprensa o capítulo 1.3 do programa do PT, de inspiração fascista. A meta é controlar as notícias e destruir as grandes empresas.
Somente elogios
O PT também quer "distribuir concessões" de rádio e TV a sindicatos, que controla, e a universidades, informa seu programa de governo.
Operação Mordaça
Acuado pelas investigações, Lula fez ameaças em seu Twiter. "Eu sei o que é apanhar da imprensa", postou, sonhando calar os jornalistas.
Vingança final
Lula acha que "democratizar" meios de comunicação tem o significado de censura. "Nossos adversários se preparem", twitou há um ano.
TSE: campanha contra 'mito' é só 'coincidência'
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garante que não há duplo sentido na campanha lançada para "desfazer mitos eleitorais", apesar de um dos candidatos a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), ser chamado de "mito" pelos apoiadores. Questionado sobre o fato de a ação inspirar fake news de adversários, o TSE piora a situação, informando que suas peças publicitárias citam a palavra mito "no sentido de algo inverídico".
Timing errado
Líder das pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL) já era chamado de mito por eleitores em fevereiro de 2017. A campanha do TSE começou em julho
Combustível usado
Sites ligados a partidos de adversários atribuem a Bolsonaro o mesmo sentido de mito usado pelo TSE na campanha: farsa, mentira, ilusão...
Mitos são outros
Oficialmente, o objetivo, segundo o TSE, é esclarecer eleitores sobre o processo eleitoral, funcionamento das urnas eletrônicas e a apuração.
Governo ativo
Temer não abre mão das suas prerrogativas até o último minuto: a poucos dias da eleição do novo presidente, a Casa Civil avalia leiloar ainda este ano terminais portuários, aeroportos e a Ferrovia Norte-Sul.
Extensa folha corrida
Haddad é um "campeão", responde a 32 processos na Justiça. Segundo a revista IstoÉ: é acusado de receber dinheiro de caixa 2 de empreiteira da Lava Jato, denunciado por crimes de improbidade, suspeito de superfaturamento, acusado pelo desvio de recursos etc.
Brasileirinhos apátridas
O governo fez festa, nesta quinta (4), em Genebra, para entregar documentos a duas garotas libanesas apátridas. Mandou bem. Mas faz pouco em relação aos brasileirinhos apátridas mundo afora.
Simon pede votos
O ex-senador Pedro Simon (MDB-RS) gravou um emocionado vídeo pedindo votos para seu correligionário Ibaneis Rocha, candidato que lidera as pesquisas para o governo do Distrito Federal.
Avelar em Londres
Ex-diretor executivo da Polícia Federal, o delegado Sandro Avelar, muito querido e admirado pelos colegas, viaja neste sábado para Londres, onde será adido policial à embaixada do Brasil por três anos.
Lúcio afinou
Além de emplacar o "L" da Bahia, o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB) tem chamado atenção na campanha à reeleição pela nova silhueta. Emagreceu como uma noiva para caber no vestido.
Haddad não é Rui
Clássico reduto petista, a Bahia surpreende pela dissociação entre, Rui Costa, que nada de braçadas rumo à reeleição ao governo do Estado, e o candidato do PT à presidente, que não tem o mesmo desempenho.
Se o Psol deixar
Primeiro item da pauta após a eleição, a urgência do projeto para levar internet banda larga às escolas pode ser votada na terça (9) caso os deputados do Psol decidam parar de obstruir a tramitação da proposta.
Pensando bem...
...muitas pesquisas eleitorais sofrerão choque de realidade no domingo.
PODER SEM PUDOR
Comuna no muro
Na ilegalidade e abrigado no MDB, o Partido Comunista Brasileiro discutia concentrar esforços numa só campanha para deputado no Rio, em 1966, ou em várias. O dirigente Pafúncio quis contribuir para resolver o impasse:
- Os camaradas que querem um candidato têm razão e os outros também...
- Ou é uma coisa ou é outra! - protestou Orestes Timbaúba, outro dirigente.
- A proposta do companheiro tem todo o meu apoio - concordou Pafúncio, o mais mineiro dos camaradas daquela reunião no morro da Mangueira.
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Com André Brito e Tiago Vasconcelos
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