Agência Estado
A investigação do caso Riocentro será reaberta. O presidente do Superior Tribunal Militar (STM), tenente brigadeiro-do-ar Carlos de Almeida Baptista, aceitou pedido do procurador-geral da Justiça Militar, Kleber de Carvalho Coelho, visando desarquivar o inquérito sobre a explosão de uma bomba no Riocentro, em abril de 1981, no Rio de Janeiro. No episódio, um sargento morreu e o então capitão do Exército Wilson Machado ficou gravemente ferido.
A ação criminal, porém, só será iniciada caso o Ministério Público ofereça denúncia após as novas investigações. O prazo de prescrição para punir um suposto homicídio vence em abril de 2001. A lei prevê um prazo para que um acusado seja condenado pela Justiça. Esgotado o prazo, não é possível mais uma condenação. Com a apresentação da denúncia, esse prazo é interrompido. Antes de Coêlho, outras três tentativas de desarquivamento do inquérito fracassaram. Ele teve êxito porque apresentou alegações diferentes dos outros interessados.

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