Transporte escolar tem dez empresas habilitadas
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Edson Ferreira<br>Reportagem Local 
As dez empresas que apresentaram os menores preços na fase inicial da licitação para o transporte escolar rural de Londrina devem apresentar documentação à prefeitura até a próxima segunda-feira. Se a papelada estiver de acordo com o edital, os contratos serão assinados. No pregão eletrônico realizado na quarta-feira elas foram habilitadas em 15 lotes, ao custo de R$ 18,4 milhões, redução de 4% em relação ao teto do certame. No entanto, o valor ainda poderá ter reduções dependendo da idade da frota, conforme o diretor de Licitações da Secretaria de Gestão Pública, Paulo Moura. "Todos os concorrentes já estão cientes dessa regra. Antes de iniciar a execução do contrato, elas apresentam os veículos, quando vai ser conferida a condição de cada um. Temos um sistema onde colocaremos o ano do carro e automaticamente sairá o valor final."
Moura informou que sete empresas já atuam no serviço, atualmente mantido sob contratação emergencial. Outra, embora seja de Londrina, ainda não tem contrato com o município e duas são de fora da cidade. "Uma é de Fortaleza (CE) e arrematou cinco lotes e a outra é da região de Ponta Grossa." Faltando dez dias para o início do ano letivo nas redes municipal e estadual, a administração decidiu não arriscar e já prorrogou os contratos temporários com as empresas que faziam o serviço em 2013. No ano passado a prefeitura teve que adiar a volta às aulas por falta de transporte e da mão de obra da merenda. "Com a renovação garantimos o serviço para os alunos no recomeço das aulas, independente do trâmite burocrático", comentou Moura.
No caso da merenda, a licitação está liminarmente embargada pela Justiça depois que uma concorrente apresentou recurso. Por isso o Executivo está promovendo a dispensa de licitação para contratar uma prestadora até fevereiro. O contrato atual, de aproximadamente R$ 1 milhão, com a Sepat, não pode mais ser renovado porque já venceu o prazo máximo de seis meses para contratos emergenciais.


