Re­so­lu­ção apro­va­da se­ma­na pas­sa­da pe­lo Tri­bu­nal Su­pe­rior Elei­to­ral (TSE) vai pos­si­bi­li­tar ao elei­tor pes­qui­sar a vi­da pre­gres­sa dos can­di­da­tos nas elei­ções de ou­tu­bro des­te ano. A par­tir de ago­ra, os can­di­da­tos se­rão obri­ga­dos a apre­sen­ta­rem, no pe­di­do de re­gis­tro da can­di­da­tu­ra, do­cu­men­tos in­for­man­do de­ta­lha­da­men­te o ­teor e a si­tua­ção de even­tuais pro­ces­sos cri­mi­nais a que res­pon­dam. Se o par­ti­do não apre­sen­tar a do­cu­men­ta­ção so­bre o an­da­men­to es­pe­cí­fi­co de ca­da pro­ces­so de seu can­di­da­to, na hi­pó­te­se de cer­ti­dão cri­mi­nal po­si­ti­va, a Jus­ti­ça Elei­to­ral da­rá pra­zo de 72 ho­ras. Se mes­mo as­sim o do­cu­men­to não for apre­sen­ta­do, o can­di­da­to po­de­rá ter o re­gis­tro de can­di­da­tu­ra ne­ga­do.
  ­Além das re­gras pa­ra o re­gis­tro de can­di­da­tu­ras, o TSE apro­vou ain­da as re­so­lu­ções que tra­tam de doa­ções por ­meio de car­tão de cré­di­to; vo­to em trân­si­to; vo­to dos pre­sos pro­vi­só­rios; ­atos pre­pa­ra­tó­rios, pres­ta­ção de con­tas e re­de­fi­ni­ção do nú­me­ro de de­pu­ta­dos fe­de­rais, es­ta­duais e dis­tri­tais.
  O Tri­bu­nal de­ci­diu que os elei­to­res tam­bém po­de­rão con­sul­tar pe­la in­ter­net a ‘‘fi­cha ­criminal’’ dos can­di­da­tos. Até en­tão, os can­di­da­tos só ­eram obri­ga­dos a pro­var que não so­fre­ram con­de­na­ção de­fi­ni­ti­va, ou se­ja, não pre­ci­sa­vam dar in­for­ma­ções so­bre pro­ces­sos que res­pon­dem, mas em re­la­ção aos ­quais ain­da ca­be re­cur­so. O tri­bu­nal po­de es­ten­der a me­di­da e exi­gir in­for­ma­ções so­bre pro­ces­sos tam­bém da ­área cí­vel, co­mo os de im­pro­bi­da­de ad­mi­nis­tra­ti­va. ‘‘Is­so per­mi­ti­rá aos elei­to­res vo­tar de for­ma ­mais es­cla­re­ci­da e ­consciente’’, dis­se o pre­si­den­te do TSE, Car­los Ay­res Brit­to.


● O Código Eleitoral de 1932 criou a Justiça Eleitoral, que regula no Brasil as eleições federais, estaduais e municipais


● A Constituição de 1988 estabelece que o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de 18 anos e facultativos para os maiores de 70 anos e para os jovens entre 16 e 18 anos


O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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