O juiz Sérgio Rolanski, da 2ª Vara Criminal, em Curitiba, não ouviu ontem o policial civil Mauro Canuto e do advogado Antônio Pellizzetti, que tiveram prisão revogada no último dia 20. Os dois – denunciados pelo Ministério Público (MP) por envolvimento no atentado à sede da Promotoria de Investigações Criminais (PIC), ocorrido no dia 29 de dezembro de 2000 – tinham depoimentos marcados para às 13h30 de ontem.
O advogado de Pellizzetti, Antônio Figueiredo Bastos, explicou que pediu desmembramento do processo. O juiz decidiu ouvir Canuto e Pellizzetti separadamente dos demais envolvidos no caso. Eles devem depor, segundo Bastos, no dia 14 de abril. Os dois permaneceram na 2ª Vara apenas 10 minutos.
O juiz tomou, durante toda tarde de ontem, o depoimento de 10 testemunhas de acusação. Entre elas, pessoas que moram próximas à antiga sede da PIC, no Alto da Glória.
Além de Canuto e Pellizzetti, foram denunciados o tenente da Polícia Militar Alberto Silva Santos, o sargento Ademir Leite Cavalcante, o discotecário Emerson Vieira, o taxista Alexsandro Ribeiro, o segurança Marco Aurélio Pinho e o policial civil Edson Clementino da Silva. (M.D.)

mockup