O auditor fiscal Roberto Keniti Oyama, preso durante a segunda fase da Operação Publicano, teve o pedido de habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Ele é o único entre os 125 denunciados por participação no esquema de cobrança de propina da Receita Estadual que segue preso. As informações são da rádio Paiquerê AM.

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Conforme a ação penal apresentada pelo Ministério Público (MP), Oyama teria recebido R$ 200 mil em propina de uma empresa de móveis de Arapongas (região metropolitana de Londrina) no ano de 2011. Ainda segundo as investigações, uma empresa de alimentos da mesma cidade teria feito pagamentos mensais ao auditor no ano de 2002.

O fato curioso é que Oyama continuou participando do esquema de corrupção - e também recebendo salários como auditor - mesmo tendo sido afastado do cargo em 2003, justamente por, na época, ter sido citado em uma ação de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito.

A defesa do auditor deve apresentar recurso à decisão do TJ no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Outro pedido de habeas corpus envolvendo Oyama deverá ser apreciado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de agosto, logo após o fim do recesso dos ministros. (com informações da rádio Paiquerê AM)

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